O mercado de infraestrutura está vivendo um momento decisivo. Durante muitos anos, VMware foi praticamente sinônimo de virtualização corporativa. Sua plataforma se tornou base de data centers, provedores de serviços, ambientes privados, clusters críticos e operações de TI que precisavam de estabilidade, escala e governança. Porém, depois da aquisição da VMware pela Broadcom, muitas empresas começaram a reavaliar custos, contratos, modelos de licenciamento e dependência tecnológica. Segundo análises citadas pela NetworkWorld e pelo The Register com base em estudo da Gartner, grandes migrações VMware podem levar de 18 a 48 meses e custar entre US$ 300 e US$ 3.000 por máquina virtual, dependendo da complexidade, do modelo de migração e do uso de serviços externos. (The Register)

Esse cenário não significa que as empresas devam migrar de qualquer forma, nem que toda infraestrutura VMware precise ser substituída imediatamente. Pelo contrário: a mensagem mais importante para líderes de TI, CIOs, gestores de operações e MSPs é que a decisão agora precisa ser estratégica. O que está em jogo não é apenas trocar um hipervisor por outro. É revisar o modelo de infraestrutura, o custo total de propriedade, a segurança, a recuperação de desastres, a automação, a soberania dos dados e a capacidade de entregar serviços digitais de forma previsível.

É exatamente nesse contexto que o Acronis Cyber Frame surge como uma alternativa moderna para provedores de serviços e empresas que buscam uma nova abordagem para infraestrutura como serviço. A própria Acronis apresenta o Cyber Frame como uma solução segura de infraestrutura hiperconvergente, HCI, e infraestrutura como serviço, IaaS, voltada para provedores de serviços, permitindo entregar máquinas virtuais, armazenamento em bloco e objeto, redes, backup, recuperação de desastres, segurança e RMM em uma plataforma integrada. (Acronis)

A grande diferença do Cyber Frame está no conceito de infraestrutura protegida por padrão. Em muitos ambientes tradicionais, a empresa monta uma camada de virtualização, depois adiciona backup, depois adiciona segurança, depois conecta ferramentas de monitoramento, depois integra billing, automação, tickets e suporte. O resultado é um ecossistema caro, fragmentado e difícil de operar. O Cyber Frame propõe o caminho inverso: nascer integrado ao ecossistema do Acronis Cyber Protect Cloud, com backup, DR, segurança, monitoramento remoto e operação centralizada desde o desenho da solução. (Acronis)

Para MSPs, essa diferença é enorme. Um provedor de serviços não precisa apenas “rodar VMs”. Ele precisa provisionar, proteger, monitorar, isolar clientes, automatizar tarefas, controlar consumo, faturar corretamente e oferecer uma experiência de nuvem com sua própria marca. A Acronis afirma que o Cyber Frame oferece multilocação nativa, isolamento de locatários, entrega white label, autoatendimento, integração com PSA e RMM, além de opções de implantação hospedadas pelo provedor ou pela própria Acronis. (Acronis)

Outro ponto relevante é a arquitetura. O Cyber Frame é construído sobre tecnologias abertas, incluindo OpenStack e KVM, com base Virtuozzo, reduzindo o risco de dependência de um hipervisor proprietário. Para empresas que estão preocupadas com lock-in, previsibilidade de custos e liberdade de evolução, esse é um argumento forte. Não se trata apenas de fugir de um contrato caro; trata-se de criar uma base mais flexível para o futuro da infraestrutura. (Acronis)

Na prática, o Cyber Frame pode atender diferentes cenários. O primeiro é a substituição gradual de ambientes VMware, especialmente clusters legados ou ambientes onde o custo de renovação deixou de fazer sentido. O segundo é a criação de uma nuvem própria para provedores de serviços, com oferta de IaaS sob marca própria. O terceiro é a repatriação de cargas que foram para hyperscalers, mas voltaram a gerar preocupação por custo, latência, compliance ou previsibilidade. O quarto é a construção de nuvens soberanas ou regionais, especialmente em mercados onde residência de dados e controle local são fatores estratégicos. A Acronis lista esses casos de negócio diretamente em sua página oficial do Cyber Frame. (Acronis)

Para o cliente final, o benefício é direto: rodar aplicações, servidores e ambientes de desenvolvimento em infraestrutura segura, previsível e já protegida. A versão Acronis Cyber Frame Cloud, hospedada pela Acronis e entregue por parceiros, permite executar workloads sem a necessidade de comprar ou manter hardware próprio, com backup e segurança integrados desde o primeiro dia. (Acronis)

Para o provedor de serviços, o valor está na capacidade de transformar infraestrutura em uma oferta recorrente, gerenciável e escalável. Em vez de revender apenas recursos de terceiros com margem limitada, o MSP pode construir uma proposta de IaaS com maior controle operacional, maior diferenciação e serviços agregados de proteção cibernética. A Acronis posiciona o Cyber Frame como uma forma de lançar e escalar IaaS com backup, recuperação de desastres, segurança e monitoramento remoto, tudo gerenciado pela console do Acronis Cyber Protect Cloud. (Acronis)

É importante destacar que migrar de VMware não deve ser tratado como uma decisão emocional. A Gartner, segundo a NetworkWorld, alerta que grandes migrações podem envolver custos adicionais com novas licenças, cloud, hardware, encerramento antecipado de contratos, testes de aplicações e garantia de qualidade. (Network World) Por isso, a melhor estratégia não é simplesmente “desligar VMware e ligar outro produto”. A melhor estratégia é mapear workloads, classificar criticidade, avaliar dependências, definir janelas de migração, testar recuperação e escolher uma plataforma que reduza complexidade ao longo do tempo.

Nesse ponto, o Cyber Frame se destaca como alternativa porque permite coexistência, migração em fases e integração com serviços de proteção. A página oficial da Acronis menciona suporte à migração em fases e coexistência com ambientes existentes, além de ferramentas de migração VMware incluídas no Cyber Frame Local. (Acronis) Essa abordagem é mais realista para empresas que não podem correr riscos com sistemas críticos.

Para o mercado brasileiro, a oportunidade é ainda maior. Muitas empresas precisam modernizar infraestrutura, mas não querem depender apenas de hyperscalers globais. Outras querem reduzir custos de licenciamento, mas não têm equipe suficiente para operar uma pilha complexa de virtualização, backup, segurança e monitoramento separadamente. E muitos MSPs querem criar ofertas próprias de cloud, backup, disaster recovery e segurança, mas esbarram em investimento inicial, complexidade técnica e baixa margem.

O Acronis Cyber Frame conversa diretamente com esse momento. Ele não deve ser visto apenas como uma alternativa ao VMware, mas como uma nova forma de entregar infraestrutura: mais integrada, mais protegida, mais automatizada e mais alinhada ao modelo de serviços gerenciados. Para quem já trabalha com Acronis Cyber Protect Cloud, o ganho é ainda mais claro: infraestrutura, backup, DR, segurança, RMM e operação passam a fazer parte de uma mesma estratégia.

A pergunta que fica para líderes de TI e provedores de serviços não é apenas: “qual plataforma substituirá o VMware?”. A pergunta correta é: qual modelo de infraestrutura queremos para os próximos cinco anos?

Se a resposta envolve previsibilidade de custos, menor dependência de fornecedores proprietários, segurança integrada, recuperação de desastres, automação, multilocação e oferta de IaaS com marca própria, o Acronis Cyber Frame merece estar na mesa de avaliação. Ele chega em um momento em que o mercado não busca apenas uma substituição técnica. Busca uma alternativa estratégica para infraestrutura moderna, segura e rentável.

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