Nos três primeiros meses de 2020, um décimo de todas as tentativas de brand phishing (que se aproveita da imagem de marcas reconhecidas para enganar usuários) foi relacionado à Apple. Os dados são de um estudo realizado e divulgado pelo centro de pesquisa Check Point.
A análise revelou que os cybercriminosos também estão se passando cada vez mais pela plataforma de streaming Netflix (9%) e pela Yahoo! (6%), em sua busca de roubar informações pessoais e dados bancários dos usuários.
Em um ataque típico de phishing, os criminosos imitam (geralmente de maneira convincente) o site oficial de uma marca bastante conhecida pelo público. Para tanto, utilizam nomes de domínio, URLs e design de página semelhantes aos originais.
Nesse cenário, as vítimas são enganadas através de e-mails fraudulentos, mensagens de texto ou redirecionamento via browsers e aplicativos maliciosos. Em geral, os sites falsos têm como objetivo roubar dados.
Entre as principais marcas usurpadas pelos cybercriminosos, estão também WhatsApp, Paypal, Microsoft, Facebook e Amazon. A Check Point revelou, ainda, que muitas das tentativas de phishing computadas buscaram explorar a pandemia do COVID-19.
FONTE/SAIBA MAIS: Computer Weekly