Muitas das nossas tarefas – pessoais e profissionais – são organizadas via e-mail. Não por acaso, cibercriminosos continuam a explorar a ferramenta para levar usuários a fornecer suas informações pessoais e financeiras. 

Em seu relatório do 2º trimestre de 2022, a Vade analisou o estado atual dos ataques de phishing e malware via e-mail em todo o mundo. 

A frequência dos e-mails de malware flutuou nos últimos 2 meses, reduzindo 48% em Abril e aumentando 31% em Maio, totalizando 22,4 milhões e-mails de malware detectados. Em Junho, o aumento em relação ao último mês foi ainda maior: 29%.

Por sua vez, os e-mails de phishing aumentaram gradativamente mês após mês, passando por uma alta sem precedentes de 88% em Junho. 

Quando o assunto é phishing, os hackers optam principalmente pela simulação de marcas famosas, com destaque para o Facebook. A companhia de telecomunicações do Japão, Au, está em 2º lugar do ranking, seguida pela Microsoft, Credit Agricole. Além do próprio Facebook, o WhatsApp e a Microsoft geralmente variam nos primeiros lugares do pódium de marcas mais imitadas pelos hackers. 

Em geral, os cibercriminosos costumam se passar por serviços financeiros (em 31% dos casos), com 9 de 25 marcas no topo da lista. Em seguida, está o setor de mídias sociais (23%), Internet/Telco (20%) e computação em nuvem (17%). 

Os pesquisadores também notaram que o malware Emotet está de volta após uma lentidão inicial em 2021. Na Europa, o número de ataques do Emotet aumentou 44% no 2º trimestre. Por outro lado, o volume de e-mails ligados ao malware continua a reduzir nos EUA. 

FONTE/LEIA MAIS: Cyber News

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