Uma pesquisa conduzida pela empresa Cyberint em parceria com o Financial Times demonstra que há uma rede crescente de hackers que usam o Telegram para compartilhar dados roubados e executar outras ações ilegais. De acordo com os analistas, a abordagem é muito semelhante às negociações de venda de dados que ocorrem na dark web. Foi notado um aumento de mais de 100% no uso de Telegram por cibercriminosos.
De acordo com a análise, a alta não significa que a utilização da dark web esteja caindo, mas que o Telegram tem se mostrado mais interessante para as atividades de hackers e afins. Entre os dados compartilhados no serviço de mensagens, a Cyberint encontrou listas de email e senha, números de cartão de crédito, cópias de passaporte, credenciais para serviço como Netflix, malwares e guias para ataques.
O Telegram fechou o mês de agosto com 500 milhões de usuários ativos.
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